quinta-feira, 2 de março de 2023
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Preciso de um heterônimo do interior.
É verdade, a gente num sabe o que escreve, só tranforma o que tá na cabeça pras palavra e dai passa pro papel. É só depois do último ponto que pega aquilo na mão e vai vê no que é que deu.
As vez a cabeça da gente tá tranquila, ai sabe o que escrevê, mas escreve pros outro, num é pra si. Num tem a mesma verdade, sabe?
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Dama da Noite
"Ai como eu queria tanto agora ter uma alma portuguesa para te aconchegar ao meu seio e te poupar essas futuras dores dilaceradas. Como queria tanto saber poder te avisar: vai pelo caminho da esquerda, boy, que pelo da direita tem lobo mau e solidão medonha"
terça-feira, 29 de abril de 2014
Provar nada pra ninguém
Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranquilo e tão contente...
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranquilo e tão contente...
domingo, 16 de março de 2014
É como assinar de novo, achando que vai ser 59 reais!
Ontem depois que você foi embora confesso que fiquei triste como sempre.
Mas, pela primeira vez, triste por você. Fico me perguntando que outra mulher ouviria os maiores absurdos como você, um homem de 32 anos, planejar ir a uma matinê brega com gente sem assunto no próximo domingo e, ainda assim, não deixar de olhar pra você e ver um homem maravilhoso.
Que outra mulher te veria além da sua casca? Você não entende que eu baixei a música do “Midnight Cowboy” e umas boas do Talking Heads, Vinícius de Morais e do Smiths porque achei divertido te fazer uma massa ouvindo algumas músicas que dão vontade de viver. Uma massa que você não vai comer porque está perdendo o paladar para o que a vida tem de verdadeiro e bom. É tanta comida estragada, plastificada e sem sal, que você está perdendo o paladar para mulheres como eu. E você não sabe como vale a pena gostar de alguém e acordar na casa dessa pessoa e tomar suco de manga lendo notícias malucas no jornal como o cara que acha que é vampiro. Tudo sem vírgula mesmo e, nem por isso, desequilibrado ou antes da hora.
Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que acordar com essa ressaca de coisas erradas e vazias. Ou sozinho e desesperado pra que algum amigo reafirme que o seu dia valerá a pena. Ou com alguma garotinha boba que vai namorar sua casca. A casca que você também odeia e usa justamente para testar as pessoas “quem gostar de mim não serve pra mim”.
E eu tenho vontade de segurar seu rosto e ordenar que você seja esperto e jamais me perca e seja feliz. E entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente acha que o mundo está maluco e sonha com a praia do Espelho e com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente tem certeza de que nenhum perfume do mundo é melhor do que a nuca do outro no final do dia. A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.
E você me olha com essa carinha banal de “me espera só mais um pouquinho”. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta.
Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Pode até ter alguma descolada que te deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do que eu. Não tem.
Porque, quando você está com medo da vida, é na minha mania de rir de tudo que você encontra forças. E, quando você está rindo de tudo, é na minha neurose que encontra um pouco de chão. E, quando precisa se sentir especial e amado, é pra mim que você liga. E, quando está longe de casa gosta de ouvir minha voz pra se sentir perto de você. E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa. Eu sei de tudo. E eu passei os últimos anos escrevendo sobre como você era especial e como eu te amava e isso e aquilo. Mas chega disso.
Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro. E do quanto você jamais vai encontrar uma mulher que nem eu nesses lugares deprê em que procura. E do quanto a sua felicidade sem mim deve ser pouca pra você viver reafirmando o quanto é feliz sem mim e principalmente viver reafirmando isso pra mim. Sabe o quê? Eu vou para a cama todo dia com 5 livros e uma saudade imensa de você. Ao invés de estar por aí caçando qualquer mala na rua pra te esquecer ou para me esquecer. Porque eu me banco sozinha e eu me banco com um coração. E não me sinto fraca ou boba ou perdendo meu tempo por causa disso. E eu malho todo dia igual a essas suas amiguinhas de quem você tanto gosta, mas tenho algo que certamente você não encontra nelas: assunto.
Bastante assunto.
Eu não faço desfile de moda todos os segundos do meu dia porque me acho bonita sem precisar de chapinha, salto alto e peito de pomba.
Eu tenho pena das mulheres que correm o tempo todo atrás de se tornarem a melhor fruta de uma feira. Pra depois serem apalpadas e terem seus bagaços cuspidos.
Também sou convidada para essas festinhas com gente “wanna be” que você adora. Mas eu já sou alguém e não preciso mais querer ser. E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado.
Tati Bernardi
Mas, pela primeira vez, triste por você. Fico me perguntando que outra mulher ouviria os maiores absurdos como você, um homem de 32 anos, planejar ir a uma matinê brega com gente sem assunto no próximo domingo e, ainda assim, não deixar de olhar pra você e ver um homem maravilhoso.
Que outra mulher te veria além da sua casca? Você não entende que eu baixei a música do “Midnight Cowboy” e umas boas do Talking Heads, Vinícius de Morais e do Smiths porque achei divertido te fazer uma massa ouvindo algumas músicas que dão vontade de viver. Uma massa que você não vai comer porque está perdendo o paladar para o que a vida tem de verdadeiro e bom. É tanta comida estragada, plastificada e sem sal, que você está perdendo o paladar para mulheres como eu. E você não sabe como vale a pena gostar de alguém e acordar na casa dessa pessoa e tomar suco de manga lendo notícias malucas no jornal como o cara que acha que é vampiro. Tudo sem vírgula mesmo e, nem por isso, desequilibrado ou antes da hora.
Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que acordar com essa ressaca de coisas erradas e vazias. Ou sozinho e desesperado pra que algum amigo reafirme que o seu dia valerá a pena. Ou com alguma garotinha boba que vai namorar sua casca. A casca que você também odeia e usa justamente para testar as pessoas “quem gostar de mim não serve pra mim”.
E eu tenho vontade de segurar seu rosto e ordenar que você seja esperto e jamais me perca e seja feliz. E entenda que temos tudo o que duas pessoas precisam para ser feliz. A gente dá muitas risadas juntos. A gente admira o outro desde o dedinho do pé até onde cada um chegou sozinho. A gente acha que o mundo está maluco e sonha com a praia do Espelho e com sonos jamais despertados antes do meio-dia. A gente tem certeza de que nenhum perfume do mundo é melhor do que a nuca do outro no final do dia. A gente se reconheceu de longa data quando se viu pela primeira vez na vida.
E você me olha com essa carinha banal de “me espera só mais um pouquinho”. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta.
Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Pode até ter alguma descolada que te deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do que eu. Não tem.
Porque, quando você está com medo da vida, é na minha mania de rir de tudo que você encontra forças. E, quando você está rindo de tudo, é na minha neurose que encontra um pouco de chão. E, quando precisa se sentir especial e amado, é pra mim que você liga. E, quando está longe de casa gosta de ouvir minha voz pra se sentir perto de você. E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa. Eu sei de tudo. E eu passei os últimos anos escrevendo sobre como você era especial e como eu te amava e isso e aquilo. Mas chega disso.
Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro. E do quanto você jamais vai encontrar uma mulher que nem eu nesses lugares deprê em que procura. E do quanto a sua felicidade sem mim deve ser pouca pra você viver reafirmando o quanto é feliz sem mim e principalmente viver reafirmando isso pra mim. Sabe o quê? Eu vou para a cama todo dia com 5 livros e uma saudade imensa de você. Ao invés de estar por aí caçando qualquer mala na rua pra te esquecer ou para me esquecer. Porque eu me banco sozinha e eu me banco com um coração. E não me sinto fraca ou boba ou perdendo meu tempo por causa disso. E eu malho todo dia igual a essas suas amiguinhas de quem você tanto gosta, mas tenho algo que certamente você não encontra nelas: assunto.
Bastante assunto.
Eu não faço desfile de moda todos os segundos do meu dia porque me acho bonita sem precisar de chapinha, salto alto e peito de pomba.
Eu tenho pena das mulheres que correm o tempo todo atrás de se tornarem a melhor fruta de uma feira. Pra depois serem apalpadas e terem seus bagaços cuspidos.
Também sou convidada para essas festinhas com gente “wanna be” que você adora. Mas eu já sou alguém e não preciso mais querer ser. E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Porque você fecha o basculante na hora do banho?
( ) Para não te verem sem roupa
( ) Por sentir frio
( ) Para não entrar nenhum bicho
(x) Por ter vergonha dos vizinhos te ouvindo cantar no chuveiro
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Desaparafusar
Uma conversa corriqueira, bobagens e banalidades ditas da boca para fora. Escutar e rir, achando graça daquilo tudo, aquelas histórias grandiloquentes que fogem de qualquer realidade morna que eu tenha vivido. No momento questionar como alguém consegue levar a vida assim, de forma tão imprudente e impulsiva? Não eu, não eu. A bonequinha um tanto "singular" da família perfeita. Para mim tem que ser coisa estável, planejada, pensada e repensada, com objetivos bem racionais e delineados. Não, nunca para mim essa experiencia doida de gente porra loca que não pensa nas consequências. Jamais, jamais...
O dia seguinte.
O dia seguinte.
O caos.
O questionamento.
O questionamento.
O dia todo, não sai do pensamento.
Aquelas palavras, aquelas histórias, as ideias, o rosto, a voz.
Porquê? Porquê? Porquê? Por que não? O quê se tem a perder?
Sinto sede, sede de dar passos maiores que a perna, de não pensar no amanhã, não pensar no que vão pensar. Vontade de sentir sem medida, sem medo, sem sentimento, só sentir a hora, o momento e o calor. Fazer o que quero, e não querer saber o que querem os outros!
Parafusos que caem da minha cabeça, mistificações se desmancham e eu me perco no não me encontrar, mas que importa isso quando a intenção é mesmo se perder?
Eu tenho desejo por aquelas ideias, as histórias, o jeito radical, o rosto, a voz, o corpo, agora, ontem, até quem sabe semana que vem.
Parafusos que caem da minha cabeça, mistificações se desmancham e eu me perco no não me encontrar, mas que importa isso quando a intenção é mesmo se perder?
Eu tenho desejo por aquelas ideias, as histórias, o jeito radical, o rosto, a voz, o corpo, agora, ontem, até quem sabe semana que vem.
Então volto, recolho meus parafusos espalhados. Volta a boneca montada, até que alguém a desmonte novamente.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Soneto De Separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
14 versos distribuídos segundo o modelo petrarquiano, 2 quadras e 2 tercetos, as primeiras apresentando duas ordens de rimas e estes últimos duas ou três ordens.
O esquema rimático é:
a b b a / a b b a / c d c / c d c
O esquema rimático é:
a b b a / a b b a / c d c / c d c
domingo, 30 de junho de 2013
Ela Cerveja, Ele Coca Cola.

Ela tinta, ele disco,
Ela pinta, ele foto.Ela dança, ele tenta,
Ela sorri, ele não aguenta.
Ela escandalosa, ele malcriado.
Ela festeira, ele bem humorado.
Ela quer ir, ele fica na sua.
Ela desiste, ele não recua.
Ela pontual, ele demora.
Ela tem pressa, ele sem hora.
Ela espera, ele vai embora.
Ela pergunta, ele enrola.
Ela desencana, ele peleja.
Ela explica, ele boceja.
Ela respira, ele fraqueja.
Ela não entende, ele a beija.
Ela ponto, ele porém.
Ela forte, ele do bem.
Ela do momento, ele do além
Ela ama, ele não tem.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
sobre o amor sendo.
eu preciso agora sentir amor por ele, ficar feliz por ele, deixar ele ir. caso ele queira, deixo ficar. e agradecê-lo, pegar na mão dele. soltar quando quiser partir. e me partir por ele, doer a dor dele, deixar que ele seja ele e dele me despedir.
Isadora não entende nada.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Sobre a rima fácil
e esses dois olhos no infinito
Ei, você!
esqueceu de olhar pra mim?
porque toda vez que passa
te acho tão bonito
mas olhando em teus olhos
sei que já chegou ao fim
te sinto agora tão longe
não se lembra de ficar
solto tua mão e deixo
você é pássaro, tem que voar
enlouqueci uns dias tantos
até te ouço cantar na rua
repito: o amor não dói
só a ausência.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Mr. Jones
Believe in me
Help me believe in anything
'Cause I wanna be someone who believes...
Believe in me 'cause I don't believe in anything
and I, I wanna be someone to believe, to believe, to believe...
sábado, 13 de abril de 2013
Tentar ou não tentar, eis a questão...
E quando tudo vai entrando no prumo e as coisas começam a se acalmar, vem com tudo aquele turbilhão novamente, e aquela certeza de que isso não vai dar certo.
Tá na cara que não vai dar certo, né?
É mais como um tipo de vicio, ser viciada em não acreditar. Parece que está tudo indo bem, mas eu sempre tenho a sensação de que alguma coisa, bem lá no fundo, tá muito errada!
Não dá pra explicar, mas não acho que seja possível ter um relacionamento bom no meio disso tudo, eu simplesmente não confio, não consigo confiar...
Tá na cara que não vai dar certo, né?
É mais como um tipo de vicio, ser viciada em não acreditar. Parece que está tudo indo bem, mas eu sempre tenho a sensação de que alguma coisa, bem lá no fundo, tá muito errada!
Não dá pra explicar, mas não acho que seja possível ter um relacionamento bom no meio disso tudo, eu simplesmente não confio, não consigo confiar...
Eu não posso ver os erros, mas fico com essa certeza de que estou sendo enganada.
E procuro, investigo, reviro o mundo pra encontrar vacilos, mentiras e motivos pra terminar. Tento dar razão para essa minha dor no peito, explicar essa falta de ar que sinto quando penso em você, esse medo.
Fazendo testes a cada segundo, procurando falhas em cada gesto, em cada fala, em todos os momentos, como se quisesse que você falhasse e como se isso fosse me fazer melhor, para poder dizer de boca cheia que eu sabia desde o inicio que não daria certo.
Percebe a loucura?
É quase como se eu mesma me sabotasse. Como se eu achasse que não mereço ser feliz. Ninguém pode me amar e ponto. Colaram tantas vezes o adesivo de 'trouxa' na minha testa, que qualquer carinho me parece suspeito.
Então, voilá, que assim seja... Trouxa ou não, ai vou eu, tentar novamente...
Percebe a loucura?
É quase como se eu mesma me sabotasse. Como se eu achasse que não mereço ser feliz. Ninguém pode me amar e ponto. Colaram tantas vezes o adesivo de 'trouxa' na minha testa, que qualquer carinho me parece suspeito.
Então, voilá, que assim seja... Trouxa ou não, ai vou eu, tentar novamente...
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Kryptonita

Quando eu me lembro dele sei que algo mudou em mim.
Lembro com algum pesar, mas sem aquela sensação de coisa mal resolvida.
Finalmente percebo que chegou o dia que eu nunca acreditei que chegaria, o dia em que posso olhar para trás sem querer voltar, sem tristeza.
O tempo passou, e como muitos haviam dito, o tempo resolveu as coisas por si só.
Hoje consigo conviver e conversar com o meu antigo Super Homem o enxergando apenas como um Clark Kent comum, apenas mais um.
Falo dele sem suspirar e sem imaginar nossos filhos correndo no quintal.
O melhor de tudo? Superei sozinha, sem muleta.
Não tem ninguém ocupando o lugar dele, e acho que vai demorar para me doar tanto a alguém novamente, deixe que agora os outros se doem pra mim um pouco.
Agora a Mulher Maravilha sou eu!
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Afinidade
"Afinidade não requer os mesmos gostos, as mesmas opiniões. A afinidade busca a essência. Tudo bem você gostar de azul e eu de vermelho. Você de cabelo liso, e eu de cabelo crespo. Tudo bem, afinal, o que nos une é muito maior do que isso. Afinidade é sinergia, é encontro de almas. "Ana Caroline Mayrhofer
quarta-feira, 27 de março de 2013
Imagem e semelhança

"...eu tenho uns amigos, sim. Fodidos que nem eu. Prefiro não andar com eles, me fazem mal. Gente da minha idade, mesmo tipo de. Ia dizer problema, puro hábito: não tem problema. Você sabe, um saco. Que nem espelho: eu olho pra cara fodida deles e tá lá escrita escarrada a minha própria cara fodida também, igualzinha à cara deles. Alguns rodam na roda. mas rodam fodidamente"
Caio Fernando
quinta-feira, 21 de março de 2013
21.03.2013 - Uma Bela Broncomenagem
Lu, a
cada ano que passar, que tu te torne mais parecido consigo mesmo, pois é sua
essência que cativa as pessoas. Desejo que você aceite seus
defeitos e suas falhas, por reconhecer que todos falham e têm
defeitos e que isso não é uma vergonha, não se recrimine tanto.
Alguém tão bom em perdoar os outros não deveria ser tão rigoroso quanto a isso. Que você se mantenha perfeito em não cobrar dívidas,
em ser uma mão estendida a todos aqueles que te procuram e em ser
amigo até de quem não te dá o mesmo retorno. Que você aceite, mas
tentando melhorar, é claro, que as vezes você pode ser egoísta, ser maldoso,
pode querer a melhor fatia da torta para você, ou até a torta
inteira, e que apesar de ser pecado, somos humanos e estamos aqui pra
isso mesmo.
Desejo
mais que tudo que tu sejas sempre o amigo que está ao meu
lado quando preciso, que tudo que passamos só faça fortalecer
nossa amizade, e que prevaleça o respeito e a admiração,
pois você é digno disso!
“Tudo
que somos é resultado
do que
temos pensado.
A mente
é tudo.
Nós nos
tornamos
aquilo que pensamos.”
Buda
quinta-feira, 14 de março de 2013
Quando as coisas perdem sentido.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Sobre você:

"Enfim, literato da cabeça aos pés, amigo de meus amigos e capaz de tudo se me pisarem nos calos. Perco então a cabeça e fico ridículo. Não sou mau pagador. Se tenho, pago, mas se não tenho, não pago, e não perco o sono por isso. Afinal de contas, sou um homem como os outros. E Deus queira que assim continue.”
José Lins do Rego
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